quinta-feira, 4 de maio de 2017

MOMENTOS












Saúde Coletiva

    Publicado: Quarta, 19 de Novembro de 2014, 12h18 | Última atualização em Terça, 10 de Fevereiro de 2015, 10h09 | Acessos: 3893
    O Instituto de Estudos em Saúde e Biológicas (IESB) é dirigido pelo diretora pró tempore Professora Doutora Alessandra Rezende e integra a Faculdade de Ciências da Saúde e Biológicas (FACISB) com os cursos de Biologia coordenado pela Professora Doutora Raquel Ribeiro, Psicologia coordenado pelo Professor Mestre André Picolli e Saúde Coletiva coordenado pela Professora Mestre Samantha Hasegawa.
    O Curso de graduação em Saúde Coletiva da Unifesspa se constitui o primeiro a ser ofertado no Estado do Pará, e compromissado com o desenvolvimento econômico e social da região do Sul e Sudeste do Pará, ele representa uma importante estratégia para a ampliação do número de profissionais aptos a atuar na área da saúde, e propõe um novo modo de organização do processo de trabalho em saúde que enfatiza a promoção da saúde, a prevenção de riscos e agravos, a reorientação da assistência a doentes, e a melhoria da qualidade de vida, privilegiando mudanças nos modos de vida e nas relações entre os sujeitos sociais envolvidos no cuidado à saúde da população
    O perfil do profissional pretendido na graduação em saúde coletiva deve considerar a complexidade do campo de atuação profissional, promovendo a formação interdisciplinar, com capacidade de atuação intersetorial e em equipe multiprofissional, com habilidade de formulações transdisciplinares. O profissional deverá ter uma formação integral, com capacidade de visão crítica do processo saúde e doença e seus condicionantes, determinantes e recursos de cuidado, com competência técnica para atuação no sistema em diversas áreas, com capacidade de gestão de processos de trabalho, com capacidade de formulação conceitual e ação política na definição das políticas públicas, seja em nível de gestão, de trabalho, de participação social.
    O objetivo do curso de Saúde Coletiva é formar profissional com excelência para atuação na área de Saúde Coletiva, com enfoque nas situações de saúde e nos sistemas de cuidado dos povos da Amazônia e também:
    • Formar profissional com visão interdisciplinar de planejamento, organização e gerenciamento serviços de saúde, com conhecimento das políticas de saúde do Brasil e do mundo, capaz de induzir políticas públicas de promoção da saúde com ênfase na vigilância à saúde, na perspectiva ampliada da clínica, na reabilitação e na urgência e emergência.
    • Formar profissional capaz de reconhecer a sociedade como espaço de produção de saúde e adoecimento e de organizar suas intervenções em âmbito ampliado, envolvendo as dimensões econômicas, culturais, sociais, vivenciais e políticas dos processos saúde–adoecimento–intervenção;
    • Formar profissional capaz de planejar e gerir práticas assistenciais e situações limites de intervenções coletivas para evitar a morte e o sofrimento, reconhecendo a produção de saúde como prática social e histórica, com múltiplos condicionamentos e determinações e a necessidade de articulação de conhecimentos interdisciplinares e a atuação multiprofissional para sua abordagem;
    • Formar profissional com capacidade para organizar, gerir e avaliar eticamente sistemas, serviços e unidades de produção suplementares e complementares no âmbito privado;
    • Formar profissional com capacidade de reflexão crítica e de orientar práticas de gestão e de atenção que resultem na elaboração de políticas de saúde e desenhos tecnoassistenciais voltados para a produção de saúde e o fortalecimento do sistema público de saúde;
    • Formar profissional compromissado com a pesquisa, a produção de conhecimentos e o fortalecimento da Saúde Coletiva e suas subáreas, inclusive a educação na saúde, em articulação com o sistema de saúde;
    • Fortalecer os sistemas de saúde da região amazônica e os sistemas de cuidado dos povos que constituem esse território, contribuindo para o fortalecimento das diretrizes de descentralização, integralidade e participação da população no Sistema Único de Saúde (SUS) como eixos de inclusão e qualificação da atenção à saúde à população brasileira.
    O aluno graduado em saúde coletiva deverá respeitar os princípios do sistema de saúde, desenvolvendo habilidades para qualificar a gestão e organização dos sistemas e serviços de saúde, respeitando e incentivando a descentralização, a regionalização e o direito social à saúde. O profissional deve ter compromisso ético e político com o desenvolvimento das ações de saúde em resposta as necessidades sociais nas diversas realidades locorregionais.
    O curso de Saúde Coletiva é oferecido anualmente através do processo seletivo instituído pelo regimento da UNIFESSPA sendo ofertado no primeiro semestre de cada ano, no regime extensivo, turno integral com 30 vagas e carga horária total de 2.890 horas.
    A POUPANÇA BAMERINDUS CONTINUA NUMA BOA 



    "O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bamerindus continua numa boa". Esqueci que muita gente não conhece este jingle da década de 90, alguns nem eram nascidos. Mas eu vivi esta época e quase sempre me lembro dele, quando percebo que certas coisas na vida não mudam, continuam sempre do mesmo jeito, estáticos e sem qualquer alteração profunda.  Isto também vale, pra pessoas do nosso meio de relações, que a gente acredita terem mudado na sua essencial, com a modernidade, com a evolução de alguns costumes e que nada.., continuam pensando ou pelo menos agindo da mesmas forma, pra nossa decepção. O discurso é um e a atitude é outra. Talvez a culpa não seja deles, mas da gente que investe numa mudança que nunca aconteceu.
    NA VELOCIDADE DA LUZ. 












    Semana passada  assisti da sacada, uma cena digna dos filmes de Fellini ou Vitório De Sica para um belo registro fotográfico. Um pai carregava numa velha bicicleta, seus dois filhos, para a escola. Conclui isto porque as crianças, uma sentada na frente e a outra atrás numa cadeirinha improvisada, levavam consigo pequenas mochilas penduradas nas costas. A rua arborizada e com calçamento de pedras, alguns carros estacionados, completavam  o cenário para uma belíssima composição fotográfica, que correu tão rapidamente diante dos meus olhos, sem que eu tivesse tempo de pegar o telefone celular e ligar a câmera para um registro. É, concluí que os milagres são únicos e correm na velocidade da luz.

    terça-feira, 25 de abril de 2017

    MEDO DE MORRER PELOS PÉS

    MEDO DE MORRER PELOS PÉS.

     Vou contar uma história que lembrei agora: Um amigo que já partiu deste mundo a alguns anos, sempre teve medo de morrer pelos pés. Dizia pra mim, que deitaria na cama, com os pés apoiados sobre travesseiros, na direção de uma janela entre aberta e algo, uma força desconhecida, tragaria seu corpo por inteiro, começando pelos pés. Pensava nisto com alguma frequência e acreditava nesta fatalidade, que fazia-o se prevenir, dormindo sempre com os pés encolhidos e protegidos pelas cobertas. Vai saber!..


    Quando soube de sua morte, alguns anos depois, pensei nesta história, mas logo fui informado que tivera um AVC, num quarto de hospital, onde permaneceu por três dias e depois sucumbiu. Também fiquei pensando se no momento em que tentava convalescer da doença, poderia estar com os pés desprotegidos e na direção de alguma janela.

    NÃO MORRI

    E  O TEMPO PASSOU , FOI RÁPIDO , NÃO POSTEI NADA.
    A VIDA APRESENTA ALGUMAS PEÇAS , ENTRE ELAS DIAGNÓSTICO DE TUMOR CEREBRAL ,SEI LÁ , JÁ ERA PRA EU TER MORRIDO ,NÃO MORRI,
    ENTÃO QUEM DECIDE TUA HORA DE MORRER?
    O MÉDICO  ERROU , ESTOU VIVO ,COM ALGUMAS RESTRIÇÕES , MAS ESTOU VIVO É O QUE IMPORTA.
    ALGUNS FALAM QUE TEM UMA GRAMA VERDE , UM JARDIM LINDO ENTRE TANTAS COISAS QUANDO SE VOLTA DE UM COMA , EU NÃO LEMBRO DE ABSOLUTAMENTE NADA, OU MELHOR ATÉ ESQUECI MUITAS COISAS DO MEU PASSADO , ISTO É UM DILEMA TENTAR ORGANIZAR TUA MEMORIA QUANDO NÃO HÁ MEMORIA .
    ENFIM NÃO MORRI.